sábado, 29 de outubro de 2016

Review Wii U. Um vídeo game que vale a pena?

A Nintendo é uma grande empresa focada em vídeo game. Diferente de suas concorrentes, onde elas tem outros "braços", a Nintendo aposta tudo num entretenimento que cresce muito no mundo todo. O dezinformado fala do console que é ou foi a aposta na geração atual, o...

Wii U

Antes de começar, devo definir uma coisa. Sou grande fã da Nintendo, jogo desde o Super Nintendo e as gerações à seguir passei por todos. Mas, o review será muito imparcial, ou seja, se for necessário, haverá crítica. Na primeira parte, falando bem resumido do console e na segunda parte um review opinativo.

Seguindo em frente, falando um pouco sobre o Wii U. Ele foi lançado no final de 2012, ou seja, se vão 4 anos de vida útil.
Lançado para ser o sucessor do Nintendo Wii, que fez um enorme sucesso pelo mundo, a Nintendo quiz manter-se em evidência e com grandes vendas, apostando em inovação, que tinha sido o principal atributo do antecessor.
Enquanto no Wii o diferencial eram os controles de movimento, no Wii U o diferencial é o Game Pad. Game Pad?
GamePad

Controle em formato de tablet equipado com uma tela de toque de 6,2 polegadas. Além da navegação em menus, o controle funciona como segunda tela para os jogos, permitindo a exibição de mapas, menus ou até do próprio game.

No Gamepad, também, é possível jogar os games sem o uso da TV, acompanhando toda a ação pela grande tela, com direito a audio via speakers ou fones de ouvido. A função não é suportada em todos os jogos, mas se mostra bastante interessante, permitindo que o usuário leve o controle pela casa sem se preocupar com fios.
Apesar de grandalhão, o controle tem uma boa pegada e botões confortáveis, posicionados nas extremidades. O dispositivo é bastante leve e não fica muito longe da ergonomia de controles mais tradicionais.



Graficamente, o poder da GPU se mostra maior que o Wii, ou seja, jogos mais bonitos e coloridos, com qualidade gráfica muito polida.
Outra novidade do Wii U foi a implementação do Miiverse, uma rede social exclusiva da Nintendo. Nela é possível acessar comunidades dedicadas aos jogos e bater papo com usuários de todo o mundo.

Além de escrever e responder postagens, é possível enviar desenhos e screenshots dos games, que podem ser curtidos e recomendados por outros usuários. A rede rapidamente se tornou o lugar ideal para tirar dúvidas rápidas sobre games e até sugestões de novos jogos.


Acessa a internet, onde pode-se jogar online. Quase todos jogos do Wii rodam no Wii U.
Entrada HDMI; suporta o Wii remote; tem duas versões nas lojas: a branca (8GB memória interna) e preta (32 GB memória interna). Veja o trailer de anúncio:

Os erros e os acertos

Porque, o título acima? Vou destrinchar rapidamente várias partes do Wii U, entre erros e acertos.

A Nintendo teve na geração anterior algo que desde o Super Nintendo não conseguia: ter o vídeo game mais vendido da geração. Ou seja, aumentou a responsabilidade do sucessor.
Algo novo deveria ser lançado e foi o Gamepad o realização disso.
Tendo ele em mãos, realmente é algo inovador. Fácil manuseio, o jogador tem uma chance de ter uma experiência diferente jogando. Mas:

* Erro em, infelizmente, não ter sido muito explorado. Não há muitos jogos que tiram o máximo do Gamepad, nem da própria Nintendo. Bateria não dura um dia inteiro, acredito que 5 horas no máximo.
* O inovador (acerto) é poder assistir Netflix, Crunchrool e Youtube nele, que tem entrada para fone de ouvido, ou seja, vira uma mini central multimídia, independente da televisão que pode ser utilizada normalmente.

* Acerto na retrocompatibilidade, porque, o Nintendo Wii teve uma vasta biblioteca de jogos belíssimos, ou seja, tem a chance de poder continuar jogando ou até adquirir e jogar no Wii U.

* Erro/problema com a baixa biblioteca de jogos. O pouquíssimo apoio de outras empresas que fazem jogos como Capcom, Square Enix, Ubisoft e outras publishers, faz com que o Wii U seja um segundo console para grande parte dos gamers. 

* Acerto que mesmo tendo tão poucos jogos, os exclusivos são de tirar o chapéu.

* Erro/problema a Nintendo E-Shop, que é atrelada ao console e não a um usuário. Ou seja, formatar o console é um perigo. Não está alocada para o Brasil. E,isso é um grande problema, porque, acaba que se cadastrar como Brasil, não baixamos demos, não jogamos online...
Então, no momento de cadastrar e criar o Mii (tipo um avatar da Nintendo), tem que colocar país Canadá ou E.U.A, por exemplo. Aí te dará a chance de poder desfrutar de tudo que o console oferece da loja própria.

* Acerto no menu do vídeo game, muito intuitivo e fácil de se achar quando na primeira vez. E, por estar em português.

* Jogos para a família aproveitar. Mario kart, Super Mario Bros e outros jogos que se jogado com vários controles, é diversão garantida.

* Erro/problema o não suporte ao Brasil. Isso faz com que jogos lançamento apareçam por aqui com preços altíssimos.

Com tudo isso, volta a pergunta: Vale a pena comprar justo agora?

Com o anúncio do sucessor do Wii U, o Nintendo Switch que será lançado em março/2017, mostra que a vida útil do Wii U está chegando ao fim.
Mas, isso pode ser um fator que faça com que tenham pessoas querendo se desfazer dos jogos e encontre boas opções por um bom preço, tanto de console quanto de jogos.

Se você tiver um Xbox ou um Playstation, será um ótimo segundo console, porque os grandes jogos não foram, não serão lançados no Wii U e os exclusivos valem muito a pena.

Ou seja, depende do que você procura. Opinião minha, vale e valeu a pena adquirir um Nintendo Wii U. Porque? É legal de mexer nele, jogar é mais legal ainda... só tem que guardar grana para poder comprar os jogos essenciais. Mas, há um grande mercado de troca/usados, então... 

Espero ter ajudado com esse review sobre o Wii U.
Está na lista de possível aquisição? Tem vontade de jogar? Já jogou? Comente...

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Museu Vídeo Game Itinerante!

Uma viagem ao passado, porque, quem jogou Super Nintendo, Mega Drive, Dreamcast, Atari 2600???... O dezinformado fala deste, que faz lembrar o passado...
Museu do Vídeo Game Itinerante

"Criado há cinco anos pelo jornalista e curador, Cleidson Lima, conta com mais de 250 consoles e mais de 6 mil jogos, Museu do Videogame Itinerante agora faz parte do banco de dados do Ibram e rodará o Brasil com exposições que permitirão aos visitantes não só conhecer, mas também jogar games clássicos dos últimos 42 anos​
Segundo Cleidson, os visitantes encontrarão mais de 200 consoles de todas as gerações nos últimos 42 anos. Entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; oAtari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogame fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985)."

Abaixo, algumas fotos do evento:

Um controle gigante do Super Nintendo, que se joga de duas ou mais pessoas. 
Mas, além dos consoles antigos, você encontra os consoles da atual geração.


Aqueles amantes da atual geração, já pode curtir o console Xbox One S e o Geas of Wars 4 e ter uma ideia do poderio gráfico desta nova versão do Xbox One.


Várias máquinas com PS3 e o PS4 e vários jogos.


Aqui antigos rivais de gerações passadas, agora lado a lado para entreter os visitantes, N64 e o famoso PS1.

E o, por que não dizer, injustiçado Wii U, que aqui no Brasil poucos tiveram a chance de curtir, devido a saída da Nintendo do país. Aqui o visitante pode curtir 4 jogos.

É uma ideia muito boa, super interessante e vale a pena levar a criançada para que eles conheçam como foi o início e a caminhada de todas as gerações até a atual.
Poder ver novamente o Atari 2600 em uso é algo indescritível.

Jogar International Super Star Soccer Deluxe, Sonic, Mario Kart (SNES), Metal Slug, contras em The King of Fighter e uma grande arena para dançar Just Dance, de graça!
Com um acervo de dar inveja a qualquer colecionador, tem o patrocínio oficial da Nintendo, Sony Playstation, Capcom e outros parceiros.
Ainda não tem a próxima agenda de local para exposição.

E, onde você pode encontrar, conhecer e jogar? Entre 8 e 30 de outubro estão no Shopping Sp Market.
Só tenho algo a dizer: VÁ! Não perca tempo, legal ter a chance de apresentar tanto acervo para aqueles que não viram, poder contar histórias que com certeza muito tem sobre os jogos e curtir esse momento com a família e amigos.


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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Músicas de FIFA: FIFA 98!!! atualizado

Conforme os anos, a evolução tecnológica segue nos vídeos games. Som, imagem entre outros pontos são nitidamente notados em versões de jogos cada vez mais atuais. Mas, algo acompanha um jogo desde muito tempo atrás. O dezinformado fala do jogo que tem umas das melhores soundtracks, o jogo...

A série FIFA

Porque, chamei de série FIFA? Porque, é um jogo que sai todo ano e virou um sinônimo de inovação.
Inovação num todo, gráfico, som, jogabilidade, narração, onde a cada ano algum destes pontos se destaca.
Mas, voltando a um ano chave em relação ao assunto, o Fifa 98: Road to World Cup foi o início de algo que vem até hoje, a música!
Para relembrar os saudosistas, veja a intro:


Foi o primeiro que veio com música de banda e ajudou a fixar mais ainda o jogo. A soundtrack segue abaixo:

            Banda                                   Música
BlurSong 2UKBlur
The Crystal MethodKeep Hope AliveUKVegas
The Crystal MethodMoreUSVegas
The Crystal MethodNow is the Time (iCloud 9 Remix)USVegas
The Crystal MethodBusy ChildUSVegas
Electric SkychurchHugga BearUSTogether

Quem teve a oportunidade de jogar esta versão, não esquece a música Song 2.

                                    

E, a partir daqui vou publicar ano a ano para recordar as músicas de todas versões e as que foram as destaques de cada ano. Acompanhem!!!

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Resenha: Corso - quadrinho por Danilo Beyruth

 Difícil, mas não desistindo, voltando a escrever depois de muito tempo para o blog. Nada como ter algo para motivar. Odezinformado retorna ...